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segunda-feira, 14 de março de 2011

Chrome sai ileso de desafio hacker, mas IE8 e Safari não resistem


Mesmo com prêmio de US$20 mil, oferecido pela própria Google, seu navegador não foi invadido. Safari caiu em 5s e IE não se saiu muito melhor.

Não foi dessa vez que o Chrome foi invadido. Na verdade, o navegador foi pouco visado, apesar da Google ter oferecido 20 mil dólares ao primeiro pesquisador que conseguisse entrar em seu sistema durante o Pwn2Own – evento hacker – realizado nesta quarta-feira (10/03).

Apenas duas equipes se inscreveram para atacar o browser da gigante: Moatz Khader, sozinho, e o “Team Anon”, que preferiu não se identificar. Nenhum obteve êxito.

“O primeiro (Khader) foi como se nem tivesse aparecido”, disse Aaron Portnoy, diretor de segurança da HP TippingPoint e um dos organizadores do encontro. “E a outra equipe preferiu investir em vulnerabilidades do BlackBerry. Acho difícil que outros tentem atacar o Chrome”.

O software ainda poderá enfrentar ofensivas nesta quinta e sexta-feira. Se conseguir escapar ileso nos três dias do Pwn2Own, será o único a atingir tal feito.

Safari e Internet Explorer
Por outro lado, Safari e Internet Explorer foram invadidos. Uma equipe da Vupen – empresa francesa de segurança digital – demorou menos de cinco segundos para entrar no Safari 5, instalado em um MacBook Air. Já Stephen Fewer, pesquisador independente, se aproveitou de três falhas do IE8 – rodando em Windows 7 – para derrubá-lo.

“Foi o trabalho mais impressionante até agora”, afirmou Portnoy sobre o êxito de Fewer. “Ele usou três vulnerabilidade para não só passar pelo ASLR e pelo DEP, mas também para escapar do Modo Protegido. Nunca tínhamos visto algo parecido na Pwnhttp://www.blogger.com/img/blank.gif2Own”.

ASLR e DEP são duas ferramentas de segurança incluídas no Windows para evitar que códigos de exploração sejam executados. Já o Modo Protegido é a caixa de areia do IE, e tenta impedir que, caso o software seja contaminado, a praga se espalhe por todo o sistema.

Nesta sexta-feira (11/03) o Firefox, o segundo navegador mais popular – atrás apenas do IE - será o alvo dos ataques. Além disso, as plataformas móveis também terão suas ferramentas de segurança testadas. iOS, da Apple, Android, da Google, Windows Phone 7, da Microsoft, e BlackBerry OS, da Research In Motion (RIM), serão colocados à prova.

Fonte: IDG NOW

sexta-feira, 11 de março de 2011

71% dos aplicativos para Android e iPhone ferem licenças de código aberto


Um levantamento da fornecedora de soluções OpenLogic aponta que 71% dos aplicativos que utilizam software de código aberto para desenvolver aplicativos para o sistema operacional Android, do Google, bem como para o iOS (utilizado no iPhone e no iPad), da Apple, ferem as licenças de uso desse tipo de solução.

Para chegar a esse número, o estudo analisou 635 aplicativos, pagos e gratuitos, na App Store e na Android Marketplace. De todos os programas avaliados, 66 deles utilizavam sistemas de código aberto – Apache, GPL e LGPL. E, entre esses, 71% falharam ao se adequar às regras de licença de uso do software, ao não oferecer informações como a cópia e o código de licenciamento.http://www.blogger.com/img/blank.gif

“Muitos desenvolvedores de aplicativos móveis e de tablets podem não ter uma visão de que estão usando um software de código aberto e dos requerimentos das licenças. E isso tem implicações no mundo real”, afirma a vice-presidente sênior de produtos e marketing da OpenLogic, Kim Weins, no comunicado oficial. “Por exemplo, a Free Software Foundation afirmou que o GPL e as licenças de iTunes não são compatíveis, e a Apple já tirou diversos aplicativos da sua loja”, acrescenta.

Ainda de acordo com o comunicado, o Google também já recebeu demandas para tirar do ar aplicativos que violam as licenças do GPL.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 4 de março de 2011

HTML5 só ficará pronto em 2014



As especificações do HTML5 só serão definidas em julho de 2014, mas, ainda assim, o Congresso World Wide Web (W3C) decretou que maio deste ano será a última oportunidade para que os detalhes sejam finalizados. Afinal, o que falta?

De acordo com o responsável pelas especificações, Ian Jacobs, o refinamento da capacidade multimídia do HTML5 é uma das questões a serem resolvidas antes que o W3C mova para o último estágio, que durará três anos: receber comentários, fazer testes e concluir a interoperabilidade entre navegadores.

Os problemas multimídia
O assunto mais importante a ser debatido é sobre a possibilidade de incluir multicanais em vídeos e áudios. Isso permitiria, por exemplo, que um vídeo fique dentro de outro e que salas de bate papo ofereçam conversas simultâneas, por voz, entre seus usuários. Outro recurso que poderá ser adicionado é relacionado à tecnologia canvas 2D. Com ela, fotos poderão ser marcadas com seus créditos.

Uma polêmica é quanto ao codec de vídeo a ser usado como padrão. Os desenvolvedores não conseguiram chegar a um consenso, portanto devem deixar a escolha a cada browser, que só terão que adaptá-lo ao HTML5. “Não nos importamos com o codec que escolherão”, disse Jacob.

CSS e WebSocket
Em termos de linguagem, o HTML5 está bem formatado, mas alguns complementos sobre CSS e WebSocket precisam ser adicionados - numa tentativa de deixar a Web mais aberta. Este último é importante para aplicações de bolsas valores e feeds em tempo real. “Por enquanto, elas só funcionam com Flash e Java, não com o HTML5”.

Também se discute o suporte dos aplicativos ao padrão. Jeffrey Hammond, da Forrester Research, afirmou que, embora alguns desenvolvedores já estejam trabalhando para aceitá-lo, programas importantes como Microsoft Visual Studio e Adobe Dreamweaver ainda não foram adaptados.

Prazo
Embora o cronograma aponte para julho de 2014, a data final pode ser alterada. Segundo Ian Hickson, da equipe da W3C, no começo eles pensavam que tudo seria concluído até 2010, o que não foi possível.
Por isso, Jacobs tem incentivado os usuários a já começarem a usar o HTML5. “Queremos comentários para que possamos melhorar a interoperabilidade”, justificou. (Paul Krill)



Fonte: IDG NOW

Programador de smartphone e tablet em alta

SÃO PAULO – Os anúncios de oportunidades em TI revelam uma tendência: o perfil de quem trabalha com programação de softwares está, realmente, se aproximando do conceito de mobilidade.

É o que confirma levantamento divulgado recentemente pelo site de empregos Indeed. De acordo com a pesquisa, as palavras chaves HTML5, aplicativo para dispositivos móveis e Android se tornaram mais frequentes nos anúncios de emprego online ao longo de todo ano passado.



Todos esses termos, populares entre os profissionais de tecnologia, fazem parte de um mesmo contexto: a evolução dos mercado de dispositivos móveis ao redor do mundo.

Capitaneado pela popularização dos smartphones e, mais recentemente, pela euforia em torno dos tablets, como o iPad da Apple, essa parcela do setor de tecnologia provocou uma espécie de revolução no mundo dos negócios. Agora, independente do ramo de http://www.blogger.com/img/blank.gifatuação, todos precisam marcar presença em cada uma dessas plataformas.

A recorrência do termo Android (sistema operacional para smartphones do Google) nos anúncios de emprego online é um exemplo prático de como essa tendência tem impactado o mercado de trabalho do setor.

No último trimestre do ano passado, o Android assumiu a liderança do mercado de sistemas operacionais para celulares inteligentes. Segundo pesquisa da Canalys, no período, foram vendidos 32,9 milhões de aparelhos com o sistema operacional do Google contra 31 milhões de modelos Symbian, tradicional líder do mercado até então.

Fonte: Info Abril

quarta-feira, 2 de março de 2011

Que livro usar para aprender Java?

Para aqueles que estão começando a mexer com Java agora gostaria de prestar um serviço, é muito comum nós queremos estudar sozinhos mas não saber exatamente que livros utilizar, qual é mais fácil aprender, qual é mais completo, por isto vai a dica de dois livros que eu utilizo como estudo:



Java Como Programar: A meu ver é o mais completo, oferece suporto para tudo aquilo que você deseja saber, desde a introdução a coisas mais complexas. Acredito que seja o mais utilizado atualmente por quem quer aprender Java. Você pode encontrá-lo em praticamente qualquer grande livraria:

Saraiva R$ 210,90
Cultura R$ 249,00



Use a Cabeça Java: A leitura e didática deste livro é feita para facilitar o entendimento do leitor, utiliza mais figuras e exemplos, a assimilação da informação acaba sendo melhor recebido pelo estudante, aconselho ele para quem está começando a estudar Java, ele são se aprofunda muito mas com certeza da um grande apoio na iniciação do um futuro programador. Você também o encontra em grandes livrarias:

Saraiva: R$ 129,90
Cultura: R$ 129,90

Espero que estas informações tenham servido de alguma ajuda, qualquer duvida ou informações fiquem à-vontade para comentar. Obrigado e até o próximo post.

terça-feira, 1 de março de 2011

Google procura novos programadores de aplicações móveis

Boa tarde pessoal crio este novo blog com o intuito de ajudar a novos programadores o melhores caminhos e informar os programadores antigos sobre as novidades do mercado.

Então para começar bem trago noticias que sempre são bem vindas, a gigante do mercado Google está a procura de profissionais para programação em Android, abaixo segue a reportagem completa.






De acordo com o The Wall Street Journal, que cita fontes anónimas, a Google está à procura de engenheiros de software, especialistas em interfaces e administradores de produtos.

Alguns trabalhadores da Google vão, também, trocar de posições laborais para http://www.blogger.com/img/blank.gifintegrarem a o projeto relativo às aplicações móveis. As futuras aplicações vão ser, possivelmente, gratuitas. A inclusão de publicidade nas aplicações será a potencial fonte de lucro.

O rumor surge depois da Google ter demonstrado o descontentamento com o resultados das vendas do Android Market que oferece aproximadamente 130 mil aplicações.

A App Store da Apple continua a liderar o mercado das aplicações para equipamentos móveis. A App Store oferece mais de 350 mil aplicações que geraram, recentemente, 10 mil milhões de downloads.

Fonte: AEIOU